Este deve ser o pavilhão que em breve unificará a Raça
Humana.
Hoje, temos contato com nossos parentes e amigos espalhados
pelo mundo em razão das novas tecnologias que nos permite vê-los e ouvi-los em
tempo real.
É comum nos depararmos com pessoas que têm filhos estudando ou morando em outro país.
É comum o intercâmbio de estudantes para o aprendizado de língua estrangeira.
É comum nos depararmos com pessoas que têm filhos estudando ou morando em outro país.
É comum o intercâmbio de estudantes para o aprendizado de língua estrangeira.
Os aviões encurtaram as distâncias.
As indústrias aeronáuticas fabricam aviões cada vez maiores
o que barateia as passagens.
Viajar tornou-se acessível.
A indústria do turismo passou a ocupar lugar de destaque na
economia mundial.
Mega eventos são realizados para atrair pessoas de
diferentes pontos do planeta.
As pessoas passaram a perceber que conhecer e interagir com
outras culturas enriquece suas vidas e lhes traz prazer.
Os governos têm pouco o que governar quem comanda a economia
mundial são as grandes empresas.
A demonstrar a afirmação acima basta verificar o noticiário
econômico que informa que a queda na produção na China faz as ações da empresa
brasileira Vale do Rio Doce na Bolsa de Valores de São Paulo cair; a seca nos
reservatórios de água da Sabesp em São Paulo faz com que os acionistas da
empresa em Nova York exijam providências do governador de São Paulo para que
não percam seus dividendos.
As marcas não são mais regionais ou nacionais, são
internacionais, você entra num supermercado em Curitiba e encontra as mesmas
mercadorias que podem ser encontradas em Paris, com a mesma logomarca.
Outro fato que merece destaque é o de você entrar num
Shopping em São Paulo, em Brasília, Toronto, Nova York, Londres, Lisboa, e as
lojas das grandes marcas serem idênticas em qualquer uma dessas cidades.
Essa identidade visual nos traz um sentimento de
familiaridade.
Ora, por que não ter esse mesmo sentimento com relação aos
nossos semelhantes?
Por que nos prendermos:
a preconceitos?
a nacionalidades?
a cores de pele?
opções religiosas ou sexuais?
Vejam que sequer mencionei diferenças ideológicas.
Após a queda do muro de Berlim, alguns poucos ainda se
agarram a aquelas que pretendiam uma economia planificada com o estado ditando
o que deveria ser produzido, determinando as profissões necessárias a cumprir
as metas dos planos quinquenais.
O anarquismo capitalista provou ser mais razoável do que
qualquer partido único estatizante.
Em trinta anos saímos de uma sociedade em que havia apenas
um televisor e um telefone para cada residência para outra em que cada cômodo
da casa têm várias telas: TV e computador e os telefones passaram a ser
individuais.
Americanos vão tratar das suas saúdes em Cuba ou na Ìndia.
Serviços de telemarketing e assistência ao consumidor a
diferentes países estão sediados em Porto Rico.
Tudo o que aponto está a demonstrar o quanto a economia está
internacionalizada.
Com tal globalização temos que começar a pensar como uma
única nação.
O bem comum não pode se limitar mais aos nacionais de um
determinado país, mas deve ser pensado enquanto humanidade.
Ser vanguarda, hoje, é ser voluntário do médico sem fronteiras, ou cuidar de crianças órfãs em Moçambique como fazem meus amigos do projeto Cidadela Das Crianças( http://www.adpp-mozambique.org/pt/education/primary-secondary-education/children-s-town-maputo ).
Ser vanguarda, hoje, é ser voluntário do médico sem fronteiras, ou cuidar de crianças órfãs em Moçambique como fazem meus amigos do projeto Cidadela Das Crianças( http://www.adpp-mozambique.org/pt/education/primary-secondary-education/children-s-town-maputo ).
Assim, temos que medir a consequência dos nossos atos com
relação ao nosso semelhante próximo, mas também aos distantes, porque uma
medida impensada pode resultar num desastre no outro lado do planeta.
Por isso, a nossa bandeira deve ser a do planeta terra.

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